Carta da Terra

"Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações." (da CARTA DA TERRA)

Sucesso da COP-16 depende de compromisso e interesse dos países, diz ONU

Renata Giraldi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A duas semanas da 16ª Conferência das Partes da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-16), em Cancún, no México, a secretária executiva da convenção no setor de negociações, Christiana Figueres, destacou que o sucesso dos acordos depende do compromisso dos países. O Brasil deve apresentar mais informações sobre o compromisso assumido na conferência do ano passado, em Copenhague, de reduzir as emissões brasileiras entre 36,1% e 38,9% até 2020.

Segundo Figueres, a indicação de que há interesse no assunto foi dada durante a Cúpula do G20 (que engloba as maiores economias mundiais), na Coreia, quando os presentes demonstraram que o “crescimento econômico” deve ser associado ao “desenvolvimento sustentável do meio ambiente”. As informações são da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Cancún vai ser um sucesso, se houver comprometimento das partes”, disse a secretária. "[Os países] têm de equilibrar suas expectativas de modo que cada um leve para casa resultados positivos, permitindo que outros façam o mesmo. É assim que acordos multilaterais são feitos em outros lugares e é assim que tem que acontecer com o clima também."

Como exemplo de esforço para mudar a situação atual, Figueres citou a China, que recentemente anunciou um plano – com prazo de cinco anos para a execução – para o desenvolvimento da economia de energia com alternativas ao desenvolvimento sustentável.

“Somente uma resposta sustentada e cada vez mais ambiciosa a longo prazo para a execução de propostas relativas às alterações climáticas vão permitir um ajuste bem sucedido a outras grandes mudanças políticas, econômicas e sociais”, disse Figueres.

A 16ª Conferência das Partes da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-16) ocorrerá no período de 29 novembro a 10 de dezembro. O objetivo é adotar medidas mundiais que possam reduzir o aquecimento global e minimizar o aumento da temperatura.

O Brasil deve apresentar ainda, durante a COP-16, o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima que prevê orçamento inicial de R$ 226 milhões, a maioria vindo de recursos do petróleo.

REDD in the Carbon Market: A General Equilibrium Analysis

November 15, 2010


by Francesco Bosello, Fabio Eboli, Ramiro Parrado and Renato Rosa

- In this paper we analyze the impact of introducing avoided deforestation credits into the European carbon market using a multiregional Computable General Equilibrium model. Taking into account political concerns over a possible "flooding" of REDD credits, various limits to the number of REDD allowances entering the carbon market are considered. Finally, unlike previous studies, we account for both direct and indirect effects occurring on land and timber markets resulting from lower deforestation rates.

Bosello, F., F. Eboli, R. Parrado and R. Rosa (2010).
"REDD in the Carbon Market: A General Equilibrium Analysis."
FEEM Note di lavoro No. 2010.142, Nov 2010.

Aquecimento Global diminui a Energia Eólica disponível

Um estudo recentemente publicado sugere que o aumento da temperatura mais acelerado nos pólos diminui a diferença da temperatura em relação às latitudes mais baixas que é a responsável pela criação dos ventos, o que resultará em ventos mais fracos reduzindo a energia potencialmente produzida pelos aerogeradores.

Um cientista da Universidade do Texas publicou recentemente na revista Journal of Renewable and Sustainable Energy um estudo que sugere que a energia eólica disponível para ser aproveitada recorrendo a aerogeradores sofrerá uma diminuição como consequência do Aquecimento Global.

De acordo com as previsões dos especialistas em Alterações Climáticas, a subida da temperatura será mais acentuada nos pólos, limitando o gradiente de temperatura entre os pólos, -com temperaturas baixas - e as latitudes mais baixas - onde as temperaturas são mais elevadas.

Uma vez que é este gradiente o responsável pela força dos ventos na atmosfera livre, a 1km acima do solo, fenómeno resultará na geração de ventos mais fracos. Esta alteração é representativa do que acontecerá a 100m do solo, altura a que funcionam as hélices dos aerogeradores, e que também é afectada pela topografia e as características da paisagem.

Traduzindo em números, o autor desta investigação estima que um aumento de 2-4-ºC nas latitudes médias-altas, causará uma redução de 4-12% das velocidades dos ventos em certas zonas de latitudes elevadas a Norte.

Fonte: http://www.sciencedaily.com/
Filipa Alves

Há recursos para financiar atividades de baixa emissão de carbono

Segundo estudo do Centro de Sustentabilidade da FGV, só o BNDES aprovou, em 2009, R$ 480,86 milhões em produtos de baixo carbono 11 de novembro de 2010
19h 11
 Karina Ninni - estadao.com.br

Há recursos nas instituições financeiras estatais para investimento em linhas de fomento de atividades com baixa emissão de carbono. Esta é a principal conclusão do estudo Financiamentos Públicos e Mudança do Clima, lançado esta semana pelo Centro de Estudos de Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVCes). O estudo analisou as principais linhas de crédito "verdes" de instituições como Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Caixa Econômica Federal (CEF), Banco do Brasil (BB), Banco da Amazônia (Basa), Banco do Nerdeste e dos Fundos Constitucionais (Fundo Constitucional do Norte -FNO; Fundo Constitucional do Nordeste - FNE; e Fundo Constitucional do Centro-Oeste - FCO).

"Dinheiro há. E existe uma série de produtos com viés sustentável em cada instituição. Mas há entraves. Por exemplo: esses produtos são pouco acessados pelos supostos interessados, porque há muita burocracia envolvida em sua obtenção. Eles não atraem os clientes e, muitas vezes, os funcionários das instituições que os vendem não estão preparados para vender esses produtos", explica uma das pesquisadoras do GVCes, a engenheira Paula Peirão.

EUA: Trânsito Rápido de Onibus uma alternativa mais barata para Centros Urbanos --- BRT
















A demanda por transporte publico é cada vez mais crescente. No entanto, as autoridades ao longo do país, estão todas  passando por uma fase de contenção de custos e assim revendo seus orçamentos.

Varias cidades estão testando o sistema BRT, que é centenas de milhões de dólares mais barato que as linhas de trem ou de metrõ.

Nesta materia o reporter Dan Bobkoff utilizou o BRT da cidade de Cleveland, EUA, na linha chamada de Healthline. Esta linha possui 16 km de extensão e conecta o centro à zona leste da cidade, onde se concentram os principais hospitais da cidade.

Dan comenta: _“ Vamos fazer um brevissima associação entre palavras: “onibus” – A que voce associa? Lentidão?Superlotação?Atrasos? Ou tudo isso junto?

Transporte em onibus não possui necessáriamente a melhor reputação.
Mas uma nova solução em transporte por onibus está surgindo pelo país afora; é o BRT- Bus Rapid Transit, são linhas segregadas, separadas do resto do trafego. Tudo em nome de se proporcionar velocidade, conforto para o ususário, e tudo isso sobre rodas nas vias regulares de transito de uma cidade."

Enrique Penalosa, ex-prefeito de Bogotá, Colombia, participa desta reportagem e participa desta viagem pelo BRT de Cleveland, onde, durante o trajeto tece alguns comentários , junto á outros especialistas em BRT e gestão publica do municipio.

Penalosa: O sistema BRT, possui linhas segregadas(exlusivas) e o seu próprio sistema de semáforos, isto permite maior velocidades aos veiculos.

Outro beneficio é que o usuário pode utilizar o sistema “ pré-pago tanto para estação quanto para o embarque”. ....voce compra o seu bilhete antes , nas estações ou postos, evitando filas para o embaque. Outra vantagen é que o embarque é em piso elevado, o que facilita o fluxo dos passageiros para entrar no veiculo.

“ Construímos o sistema em Bogotá em apenas 3 anos, durante o meu mandato como prefeito. Foi um recorde. E hoje este sistema transporta 1,7 milhões de pessoas/dia."

Isto tem impressionado os especialistas nos EUA. Varias cidades americanas esta passando por uma fase de revisão dos seus grandes orçamentos, reduzindo-os.
O modelo BRT, sendo mais barato e eficaz tem sido bem visto pelos gestores publicos. Por conta disto, cidades como Los angeles, Kansas City, entre outras, tem optado por implantar o  BRT.

Joe Calabreze, um especilaista em transito da cidade de Cleveland diz: “ nós gastamos 200 milhões USD, neste sistema. O sistema de trem custaria por volta de 800 milhões USD."

"A construção desta linha extinguiu diversos negócios que existiam no locais que foram desapropriados, mas desde que a linha passou a operar há 3 anos atrás, o desenvolvimento recomeçou.
Existem estimativas que apontam para investimentos na ordem pelo menos 4 bilhões de dólares em novos negócios,por conta da nova linha."

Tradução de Laércio Bruno Filho,14/11/2010
Leia a reportagem original aqui
Fonte: MarketPlace

Pedagogia da Alternância: orientando o pequeno agricultor a proteger sua propriedade


Escola Agrícola do Reca from Videos Natura Ekos on Vimeo.


Localizada em Acrelândia, no Acre, vizinha a capital Rio Branco, a escola Jean Pierre Mingan tem a proposta de usar uma nova metodologia na rede pública de ensino: a Pedagogia da Alternância. Saiba mais sobre essa parceria entre a Natura e Escola Família Agrícola do Reca.

Biomas do Brasil, participe!


Viaje com Natura Ekos para Amazônia from Videos Natura Ekos on Vimeo.


Para celebrar o Ano Internacional da Biodiversidade, o portal Natura Ekos lança um concurso cultural. Os vencedores vão embarcar em uma incrível viagem rumo à Amazônia para conhecer os milenares castanhais da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru, no Amapá, onde poderão acompanhar, de perto, o minucioso trabalho da comunidade na coleta da castanha.


Essa experiência será fotografada e narrada pelos próprios viajantes, e publicada em uma edição da revista National Geographic Brasil. Para concorrer ao prêmio, escolha um dos biomas brasileiros (Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Pampa, Zonas Costeira ou Marinha) e conte, através de fotos ou artigos inéditos e de sua autoria, qual é a sua história pessoal em relação a este lugar. Tem alguma lembrança especial? Presenciou alguma transformação importante neste bioma? Que inspiração esta paisagem lhe traz?

Envie seus trabalhos até o dia 31 de dezembro e boa sorte

Floresta em Pé, garantia de vida para as próximas gerações


Zé Cláudio Ribeiro da Silva - castanheiro from Videos Natura Ekos on Vimeo.


O castanheiro Zé Cláudio Ribeiro da Silva explica porque é mais vantajoso economicamente manter a floresta em pé

Banco Comunitário União Sampaio - Cooperativa de Microcrédito


Thiago Vinícius fala sobre o Banco Comunitário União Sampaio from Videos Natura Ekos on Vimeo.


No bairro Jardim Maria Sampaio, zona sul de São Paulo, o dinheiro tem outro nome: chama-se Sampaio. Com cotação equivalente à do real, essa é a moeda que circula entre o Banco Comunitário União Sampaio, a comunidade e comerciantes locais. Ali, o consumidor toma dinheiro emprestado, sem juros, na forma de “sampaios” e pode trocar a moeda em estabelecimentos que fazem parceria com o banco

Pecuária sustentável deve ser respeitada

Da Redação - 12/11/10 - 17:27

As fazendas que foram embargadas administrativamente pelo Ibama, mas que foram autorizadas a manterem a atividade pecuária poderão agora sofrer embargo judicial no sul e sudeste do Pará. Elas deveriam obedecer às regras da pecuária sustentável, previstas em acordos entre o MPF e os frigoríficos. Não poderiam, por exemplo, fazer novos desmatamentos sem autorização.

Mas a Procuradoria da República em Marabá recebeu denúncias, em setembro passado, de que pelo menos uma das empresas teria causado um grande desmatamento esse ano.

O MPF solicitou a fiscalização do Ibama e o dano foi constatado em uma propriedade da Agropecuária Santa Bárbara em São Felix do Xingu, a fazenda Lagoa do Triunfo. O Ibama autuou 13 desmatamentos não autorizados que somaram 2,3 mil hectares de floresta destruídos.

Esalq e Embrapa discutem sobre o Programa Nacional de Produção de Biodiesel (11/11/2010)

O Grupo de Estudos Luiz de Queiroz – GELQ, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” – Esalq/USP (Piracicaba, SP) promove nos dias 17 e 18 de novembro, com o apoio da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP), o Simpósio sobre o Programa Nacional de Produção de Biodiesel – pesquisas, impactos e perspectivas, em Piracicaba, SP.
No primeiro dia, o programa abordará temas já consagrados como: manejo da cultura da soja; o biodiesel no cenário brasileiro; aspectos econômicos do setor da soja; panorama de fontes de bioenergia; biobased economies and biofiels; uso de resíduos da produção de biodiesel e; rotas alternativas para a transesterificação.

O programa do segundo dia tratará de temas atuais como: aquecimento global e biocombustíveis; mudança do uso da terra; avaliação de impactos e gestão ambiental na produção de oleaginosas para biodiesel; soja sob a ótica da ecologia industrial; diferenças e similaridades do setor de biodiesel alemão e brasileiro; inovações na produção de biodiesel no Brasil; biodiesel e a indústria automobilística; e a plataforma nacional de agroenergia.

A Embrapa Meio Ambiente participa no dia 18 – quinta-feira, moderando duas mesas-redondas. Uma pela manhã: “Produção e Meio Ambiente” com a pesquisadora Adriana Moreno Pires e outra à tarde – “Panorama geral” – com a pesquisadora Nilza Patrícia Ramos. O pesquisador Geraldo Stachetti Rodrigues discute pela manhã a “Avaliação de impactos e gestão ambiental na produção de oleaginosas para biodiesel”.

À tarde, o pesquisador da Embrapa Soja (Londrina, PR) César Castro fala sobre “Inovações na produção de biodiesel no Brasil”, e logo em seguida Frederico Durães da Embrapa Agroenergia (Brasília, DF) discorre sobre “A plataforma nacional de agroenergia”.

Além dos professores da Esalq, participam também do evento professores da Universidade de Wageningen (Holanda) e da Unip, além de profissionais da Abiove, da Dedini, da AGCO América do Sul, e da Coplacana.

O simpósio tem coordenação do professor Thiago Libório Romanelli da Esalq/USP e do pesquisador Geraldo Stachetti Rodrigues da Embrapa Meio Ambiente.

Para mais informações contacte a Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz – Fealq pelo site www.fealq.org.br (em Acesso – Eventos); e-mail: cdt@fealq.org.br e pelos telefones (19) 3417-6604 begin_of_the_skype_highlighting (19) 3417-6604 end_of_the_skype_highlighting ou 3417-6601. Ou o GELQ: http://www.gelqesalq.com.br/
gelq2011@esalq.usp.br

Serviço:
Local: Esalq/USP, Av.Pádua Dias, 11, Piracicaba, SP
Número de vagas: 150

Eliana Lima, MTb. 22.047
Embrapa Meio Ambiente
(19) 3311.2748
elima@cnpma.embrapa.br

Brasil precisa de US$ 20 bilhões por ano para ser economia de baixa emissão de carbono

Data: 12/11/2010 11:21
Por: Redação TN / Daniel Mello, Agência Brasil
O Brasil precisa investir cerca de US$ 20 bilhões por ano até 2030 para se transformar em uma economia de baixo carbono, ou seja, com baixas emissões de gases de efeito estufa. É o que diz pesquisa elaborada pelo Banco Mundial chamada O Estudo de Baixo Carbono para o Brasil divulgado nesta quarta-feira (10/11), na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O setor energético é o que necessita dos maiores aportes de recursos, de acordo com o documento.

A estimativa é que sejam necessários US$ 7 bilhões por ano para se conseguir reduzir em 11 milhões de toneladas anuais as emissões de gás carbônico (CO2) dessas atividades. O CO2 é o principal gás que intensifica o efeito estufa natural que mantém a Terra em temperaturas que propiciam a vida no planeta.

No entanto, a maior contribuição para diminuir o lançamento de carbono da atmosfera viria das mudanças do uso da terra, área relacionada principalmente à agricultura e ao desmatamento. Para essas reduções, terá que haver um investimento de 5,4 bilhões ao ano, o que evitaria a emissão de 356 milhões de toneladas de CO2.

De acordo com o pesquisador do Banco Mundial, Cristhopher Gouvello, a maior parte dessas reduções ocorreria por conta do desmatamento evitado, do uso do plantio direto e das florestas plantadas.

O pesquisador destacou que diminuir o lançamento de CO2 na atmosfera não traria prejuízos a economia. “Aquela ideia de que passar para a economia de baixo carbono é um freio para a economia não é verdade”, afirmou. O processo geraria, inclusive, mais empregos, de acordo com Gouvello. “As atividades de baixo carbono são um pouco mais intensivas que as tradicionais”.

A produção menos poluente é também uma necessidade competitiva, segundo o pesquisador Maurício Henriques, do Instituto Nacional de Tecnologia, que participou da pesquisa. “Se a gente não provar que os nossos produtos têm baixo conteúdo de CO2 e são eficientes, nós vamos ter barreiras”, disse referindo-se a restrições que podem vir de outros países por conta das emissões de carbono na produção.

Maurício destacou ainda que a transição para a economia de baixo carbono é uma boa oportunidade para empresários brasileiros modernizarem suas fábricas. São melhorias que, segundo Gouvello, do Banco Mundial, dependem de incentivos por parte do governo. Para ele, é necessário haver investimentos específicos e talvez até incentivos fiscais.

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