Desvincular trabalho de emprego pode ser uma das tarefas mais difíceis de se executar. Foi a partir de profundas reflexões sobre o conceito de trabalho e os tipos e possibilidades de produção que nasceu o Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD). No IHU ideias desta semana, o último de 2010, a doutoranda em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul Rita de Cássia Machado tratou do tema: “Os demitidos da vida: reflexões do mundo do trabalho a luz do MTD/RS”.
A ideia do MTD, segundo ela, era aglutinar a parcela mais empobrecida da sociedade. Assim, passaram a debater e buscar definir o que é o trabalho. Citando os autores que a ajudaram a construir seu mestrado sobre o tema tratado no evento, Rita disse que o trabalho é entendido como uma condição social e emancipação das pessoas. “Mais do que produzir objetos, todo trabalho produz sentidos”, disse.
Hoje, o MTD, que nasceu no Rio Grande do Sul, está presente em sete estados brasileiros. “A maior parte das pessoas que formam o MTD são mulheres, negras e desempregadas, mas há muitos homens que participam da organização também, constituindo o MTD como um movimento misto de trabalhadores e trabalhadoras jovens”, relata Rita.
A realidade da maior parte dos trabalhadores que fazem parte do MTD é de baixa qualificação profissional, precariedade de acesso a informação e educação. “Eles relatam que vivem o drama da violência urbana, a falta de escolas públicas e acesso ao sistema público de saúde”, conta a educadora.
O exemplo não estava muito longe da Sala Ignácio Ellacuría, onde aconteceu a palestra. Na platéia estava José Alencar Pereira, o Dico, que nos contou que vindo do interior e sem o ensino fundamental completo, enfrentou inúmeros e pesadas dificuldades na hora de encontrar emprego, mas principalmente nos momentos em que esteve desempregado. Natural de Sobradinho, Dico é hoje presidente da Associação dos Trabalhadores Urbanos de Reciclagem Orgânico e Inorgânico Aturói-Vitória, localizada no bairro Vicentina, em São Leopoldo. “Na minha cidade, eu trabalhava na colônia e quando cheguei aqui dei de cara com uma empresa grande. Comecei a trabalhar com plástico e os produtos me fizeram mal, depois disso fiquei desempregado por um ano. Depois fui trabalhar com estruturas metálicas, um trabalho muito perigoso e que pagava muito mal e depois fiquei mais um ano e pouco desempregado”.
Dico é um exemplo de grande parte das pessoas que precisam sair da zona rural e migrar para as capitais e regiões metropolitanas. Sair de um emprego porque questões de saúde é, muitas vezes, encarado negativamente por vizinhos, familiares e colegas. A concepção de trabalho como um status social, trazida por Rita, é destacada na fala de Dico. Já pensando em voltar para Sobradinho, com um filho pequeno para criar, Dico, então, conheceu, em 2002, o MTD. “O movimento me deu a oportunidade de buscar alternativas sem depender de patrão”, disse ele. Ao ser perguntado como é trabalhar sem patrão, Dico diz: “é muito complicado no início. Logo que formamos a Associação todo mundo entendia que eu deveria coordenar tudo, participar de reuniões, decidir. Hoje isso é bem diferente, todos têm autonomia, a gente divide as tarefas dentro do galpão e na rua. A maior parte das pessoas que trabalha com nós vem de emprego e eles demoram para acostumar a não ter alguém mandando”.
Rita, durante a palestra, conta também que o processo de trabalho, para quem é um “desempregado da vida”, é muito precário. “A experiência do MTD mostra que é fundamental elevar as condições de vida das pessoas transformando vidas individuais em vidas coletivas”, analisou. E propõe, como chave para a mudança, que surja uma nova organização pedagógica a partir de uma nova organização do trabalho.
Para ler mais:
•Transformando vidas individuais em vidas coletivas. Entrevista especial com Rita de Cássia Machado
•O mundo do trabalho no Brasil hoje. Mudanças e novos desafios. Edição 256 da Revista IHU On-Line
•O mundo do trabalho e a crise sistêmica do capitalismo globalizado. Edição 291 da Revista IHU On-Line
Carta da Terra
"Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações." (da CARTA DA TERRA)
Brasil apresenta propostas para a Conferência do Clima
Governo brasileiro está pessimista: não crê em um possível consenso sobre as metas de redução da emissão de gases poluentes. E presença do presidente Lula em Cancún ainda é incerta
”Não espero que os grandes líderes do mundo compareçam. E isto porque, como não há acordo, possivelmente ninguém queira se expor”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, no último dia 26 de outubro. O presidente Lula está pessimista: não crê em um possível consenso sobre as metas de redução da emissão de gases poluentes. Também ainda está incerta a possibilidade de Lula ir a Cancún.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, também não acredita muito nas negociações lá no México. Mas crê em um acordo em 2012, quando acontecerá no Brasil a reunião Rio+20. É que naquele ano completam-se 20 anos da realização da histórica Rio-92, a conferência da ONU que despertou a atenção mundial para os problemas do meio ambiente.
Falando à Agência Brasil, o presidente Lula garantiu: o Brasil estaria avançado nas negociações. “Embora não se possa alcançar o acordo em Cancún, ficará para a História a construção da política climática que o Brasil está desafiando o mundo a fazer”, disse.
Ao final de seu governo de oito anos, Lula aplaude o decreto que regulamenta o Fundo Nacional sobre Mudanças Climáticas. Serão investidos 226 milhões de reais ao longo de 2011 – já no governo da presidenta eleita Dilma Rousseff – em ações de conservação ambiental e de combate à poluição. Ainda em 2011, o novo Fundo poderá receber mais recursos, como doações internacionais – o que vai depender das negociações durante a COP-16 no México, que irá de 29 de novembro até o dia 10 de dezembro próximo.
Fundo brasileiro usará recursos da exploração de petróleo
O Fundo Nacional do Clima apoiará, entre outras, atividades de combate à desertificação e ações de adaptação às mudanças climáticas. Um dos itens financiáveis pelo BNDES é a Ciência do Clima, a análise de impactos e a vulnerabilidade, diz o decreto firmado no final de outubro último.
Será o primeiro fundo do mundo a utilizar recursos oriundos da exploração do petróleo.
“É o primeiro fundo climático financiado por atividades altamente poluentes. É o começo da transição para uma economia de baixo carbono”, acredita a atual ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, falando à Agência Brasil.
Já a secretária de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Branca Bastos Americano, afirma: o Brasil em Cancún vai procurar acordos graduais para a formação de uma economia mundial de baixa emissão de gás carbono. Após a frustração de Copenhague, no final de 2009, o Brasil não irá mais pressionar os outros países para que assumam compromissos para reduzir as suas emissões de CO2.
“O Japão e os grandes países da Europa não vão aceitar aprofundar compromissos, sem que os Estados Unidos se comprometam mais. E sem que os países emergentes – e especial a República Popular da China – tenham um maior envolvimento”, diz Branca.
Mas, na recém-concluída reunião de cúpula do G-20, o grupo das 20 maiores economias do mundo, em Seul, Coréia do Sul, dia 12 de novembro passado, os países se comprometeram a lutar pelo sucesso da COP-16 em Cancún, destinada a limitar o aquecimento global, para além dos compromissos do Protocolo de Kyoto (ao qual, até hoje, os Estados Unidos não aderiram até hoje).
México confia na redução das emissões de carbono
“Não economizaremos esforços para chegar a um resultado equilibrado e coroado de sucesso em Cancún”, diz o comunicado final da reunião do G-20 em Seul.
”Os chefes de Estado e de Governo do G-20 reafirmam seu compromisso resoluto de combater as mudanças climáticas”, acrescenta o documento, dizendo ainda que os líderes do grupo também pretendem proteger o meio ambiente mundial dos oceanos.
O atual presidente do México Felipe Calderón está otimista: o principal avanço da COP-16 de Cancún será a redução das emissões de carbono.. Mas admite que há resistências de alguns países a acordos mais concretos, como, por exemplo, um limite máximo para o aumento das temperaturas globais.
”Avançamos em transferência de tecnologia e em financiamentos de longo prazo. E provavelmente o avanço mais importante será na redução das emissões causadas pelo desmatamento”, disse Calderón.
Neste ponto em particular, conforme dados do Governo Federal, o Brasil poderá antecipar em quatro anos as metas de redução de desmatamento na Amazônia, bem como as metas de emissão dos gases de efeito estufa (em até 38,9%) - previstas inicialmente para o ano de 2020.
Então é isso: os defensores do meio ambiente em toda a parte passam a olhar com atenção para Cancún. A COP-16 será mais uma oportunidade para encarar o aquecimento global e as mudanças climáticas. Mas a crise econômica mundial, a guerra cambial, a contínua tensão na Península Coreana são os temas do momento na política internacional. Tudo isto deverá empanar a cobertura da grande mídia à cúpula de Cancún. Resta esperar que os meios alternativos saibam preencher este vácuo informativo.
Por Renato Gianuca para EcoAgência de Notícias Ambientais
A Conferência das Nações Unidas sobre o Clima começa já nesta segunda-feira, dia 29, em Cancún, México. É a COP-16, para a qual o Brasil preparou diversas sugestões e planos para tentar evitar um fracasso similar à da reunião de Copenhague, ano passado.”Não espero que os grandes líderes do mundo compareçam. E isto porque, como não há acordo, possivelmente ninguém queira se expor”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, no último dia 26 de outubro. O presidente Lula está pessimista: não crê em um possível consenso sobre as metas de redução da emissão de gases poluentes. Também ainda está incerta a possibilidade de Lula ir a Cancún.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, também não acredita muito nas negociações lá no México. Mas crê em um acordo em 2012, quando acontecerá no Brasil a reunião Rio+20. É que naquele ano completam-se 20 anos da realização da histórica Rio-92, a conferência da ONU que despertou a atenção mundial para os problemas do meio ambiente.
Falando à Agência Brasil, o presidente Lula garantiu: o Brasil estaria avançado nas negociações. “Embora não se possa alcançar o acordo em Cancún, ficará para a História a construção da política climática que o Brasil está desafiando o mundo a fazer”, disse.
Ao final de seu governo de oito anos, Lula aplaude o decreto que regulamenta o Fundo Nacional sobre Mudanças Climáticas. Serão investidos 226 milhões de reais ao longo de 2011 – já no governo da presidenta eleita Dilma Rousseff – em ações de conservação ambiental e de combate à poluição. Ainda em 2011, o novo Fundo poderá receber mais recursos, como doações internacionais – o que vai depender das negociações durante a COP-16 no México, que irá de 29 de novembro até o dia 10 de dezembro próximo.
Fundo brasileiro usará recursos da exploração de petróleo
O Fundo Nacional do Clima apoiará, entre outras, atividades de combate à desertificação e ações de adaptação às mudanças climáticas. Um dos itens financiáveis pelo BNDES é a Ciência do Clima, a análise de impactos e a vulnerabilidade, diz o decreto firmado no final de outubro último.
Será o primeiro fundo do mundo a utilizar recursos oriundos da exploração do petróleo.
“É o primeiro fundo climático financiado por atividades altamente poluentes. É o começo da transição para uma economia de baixo carbono”, acredita a atual ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, falando à Agência Brasil.
Já a secretária de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Branca Bastos Americano, afirma: o Brasil em Cancún vai procurar acordos graduais para a formação de uma economia mundial de baixa emissão de gás carbono. Após a frustração de Copenhague, no final de 2009, o Brasil não irá mais pressionar os outros países para que assumam compromissos para reduzir as suas emissões de CO2.
“O Japão e os grandes países da Europa não vão aceitar aprofundar compromissos, sem que os Estados Unidos se comprometam mais. E sem que os países emergentes – e especial a República Popular da China – tenham um maior envolvimento”, diz Branca.
Mas, na recém-concluída reunião de cúpula do G-20, o grupo das 20 maiores economias do mundo, em Seul, Coréia do Sul, dia 12 de novembro passado, os países se comprometeram a lutar pelo sucesso da COP-16 em Cancún, destinada a limitar o aquecimento global, para além dos compromissos do Protocolo de Kyoto (ao qual, até hoje, os Estados Unidos não aderiram até hoje).
México confia na redução das emissões de carbono
“Não economizaremos esforços para chegar a um resultado equilibrado e coroado de sucesso em Cancún”, diz o comunicado final da reunião do G-20 em Seul.
”Os chefes de Estado e de Governo do G-20 reafirmam seu compromisso resoluto de combater as mudanças climáticas”, acrescenta o documento, dizendo ainda que os líderes do grupo também pretendem proteger o meio ambiente mundial dos oceanos.
O atual presidente do México Felipe Calderón está otimista: o principal avanço da COP-16 de Cancún será a redução das emissões de carbono.. Mas admite que há resistências de alguns países a acordos mais concretos, como, por exemplo, um limite máximo para o aumento das temperaturas globais.
”Avançamos em transferência de tecnologia e em financiamentos de longo prazo. E provavelmente o avanço mais importante será na redução das emissões causadas pelo desmatamento”, disse Calderón.
Neste ponto em particular, conforme dados do Governo Federal, o Brasil poderá antecipar em quatro anos as metas de redução de desmatamento na Amazônia, bem como as metas de emissão dos gases de efeito estufa (em até 38,9%) - previstas inicialmente para o ano de 2020.
Então é isso: os defensores do meio ambiente em toda a parte passam a olhar com atenção para Cancún. A COP-16 será mais uma oportunidade para encarar o aquecimento global e as mudanças climáticas. Mas a crise econômica mundial, a guerra cambial, a contínua tensão na Península Coreana são os temas do momento na política internacional. Tudo isto deverá empanar a cobertura da grande mídia à cúpula de Cancún. Resta esperar que os meios alternativos saibam preencher este vácuo informativo.
Resultados além das fronteiras
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11/26/2010 12:49:00 AM
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Bioen,
ETANOL
26/11/2010
Por Fábio de Castro
Agência FAPESP – Estudos feitos no Brasil sobre os impactos ambientais e socioeconômicos da produção de etanol de cana-de-açúcar têm mostrado a eficiência do biocombustível nacional. Mas, para que as pesquisas tenham de fato impacto positivo na competitividade da indústria nacional, é preciso aumentar o número de artigos publicados em revistas internacionais de alto impacto.
A avaliação foi feita por representantes da indústria sucroalcooleira nesta quinta-feira (25/11), durante o Workshop on Environmental, Social and Economic Impacts of Biofuels, realizado pelo Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN) e pela Bio-based Ecologically Balanced Sustainable Industrial Chemistry (BeBasic) – programa de pesquisas financiado pelo governo da Holanda e voltado para o desenvolvimento de bioquímicos, biomateriais e biocombustíveis.
O workshop teve o objetivo de discutir tópicos relacionados aos impactos da produção e do uso de biocombustíveis, a fim de definir temas e questões que poderão ser estudados em conjunto pelo BIOEN e a Be-Basic.
Luiz Fernando Amaral, assessor de Meio Ambiente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), foi o primeiro palestrante, com o tema “Perspectivas da indústria sobre inovação e impacto dos biocombustíveis”. Segundo ele, os cientistas brasileiros produzem estudos de qualidade sobre os impactos do etanol, mas precisam publicar mais em revistas internacionais de peso.
“É fundamental aumentar a quantidade dos estudos publicados em inglês em revistas científicas internacionais de alto impacto. A indústria se ressente especialmente da falta de publicações de pesquisa primária, com dados básicos, nesse tipo de publicação”, disse Amaral à Agência FAPESP.
Segundo ele, muitos estudos importantes de impactos do etanol têm sido publicados apenas em revistas nacionais, em português. Se não fosse essa limitação, aponta, tais dados poderiam ter impacto direto nas regulamentações e políticas internacionais adotadas para biocombustíveis, refletindo diretamente no mercado.
“Esses dados, muitas vezes, poderiam atestar a eficiência do etanol brasileiro, mostrando seu baixo impacto ambiental e socioeconômico. Mas não podemos utilizá-los nas negociações internacionais porque as publicações só têm abrangência local”, afirmou.
Um exemplo típico são os estudos sobre os estoques de carbono no solo. De acordo com Amaral, a Europa e o Japão fizeram recentemente cálculos de emissões relacionados aos impactos de mudança do uso do solo provocada pelo avanço da cultura de cana-de-açúcar.
Esses dados, provenientes do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), deram base para uma avaliação do estoque de carbono existente quando a cana cresce sobre pasto, ou sobre terrenos onde havia outras culturas. “Só que os dados do IPCC não são para a cana-de-açúcar. São dados de culturas perenes e de culturas temporárias – e a cana não se enquadra em nenhuma das duas categorias”, destacou.
Os brasileiros apresentaram, então, segundo Amaral, dados do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), que eram mais próximos da realidade. No entanto, esses estudos não haviam sido publicados em revistas internacionais que utilizam o sistema de revisão por pares.
“Mostramos milhares de mensurações feitas pelo setor privado e os valores eram muito diferentes do que eles haviam utilizado. Mas, como eram dados provenientes da indústria, não foram aceitos, por serem considerados tendenciosos pelos organismos internacionais”, disse.
Segundo Amaral, os estudos feitos pelo CTC posteriormente foram publicados em revistas internacionais e acabaram aceitos. “Esse exemplo é válido para muitas outras situações que enfrentamos. É fundamental publicar em revistas internacionais de impacto. Programas como o BIOEN-FAPESP certamente vão ajudar muito nesse sentido”, disse.
A vez da sustentabilidade
Na abertura do evento, o diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, ressaltou que os estudos dos impactos ambientais e socioeconômicos dos biocombustíveis são especialmente importantes para São Paulo e para o Brasil.
“O Brasil obteve grandes avanços nas pesquisas sobre biocombustíveis, mas esses esforços estavam concentrados especialmente na questão da produtividade. Alguns avanços foram feitos em sustentabilidade, mas não se dava tanta importância para o tema. Nos últimos anos, considerando-se a quantidade o potencial da produção brasileira, o tema se tornou central”, afirmou.
Luuk van der Wielen, professor do Departamento de Biotecnologia da Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, destacou a importância da colaboração entre o BIOEN e o programa Be-Basic, que ele coordena.
“Na nossa avaliação, se a Holanda quiser se manter entre as 20 maiores economias do mundo, é preciso investir na sustentabilidade econômica e ambiental. Isso só se faz com parcerias internacionais e com ciência. O Brasil, com sua experiência em bioenergia, é um parceiro muito importante nesse sentido. Mas é preciso também levar os avanços do laboratório para a realidade e, por isso, é fundamental entender os impactos sociais e econômicos dos avanços científicos”, disse.
Patricia Osseweijer, da Universidade de Tecnologia de Delft (Holanda), destacou que o interesse pelos impactos socioambientais da bioenergia decorre de uma necessidade estratégica para a Holanda. A parceria com o Brasil será fundamental para esse tipo de pesquisa.
“Está claro que, se quisermos construir uma economia sustentável, vamos precisar mudar. Mas é preciso saber agora o que mudar, como mudar e quem deve promover as mudanças. Por isso é tão importante que a Be-Basic e a FAPESP estejam juntando esforços nos estudos sobre os impactos ambientais, sociais e econômicos dos biocombustíveis”, disse.
De acordo com Glaucia Mendes de Souza, membro da coordenação do BIOEN-FAPESP, o programa tem procurado aumentar o número de pesquisadores envolvidos com o tema dos biocombustíveis, para que a pesquisa brasileira tenha impacto direto na produção industrial.
“Temos 250 pesquisadores trabalhando em projetos do BIOEN e outros 52 cientistas de 11 países que colaboram com pesquisas em São Paulo. Até agora tivemos um aumento de produção científica muito grande sobre etanol e outros biocombustíveis, mas não avançamos tanto ainda na área de sustentabilidade”, disse a professora do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP).
Heitor Cantarella, professor do Instituto Agronômico de Campinas e também membro da coordenação do BIOEN, destacou que o workshop foi importante para definir as principais questões ligadas aos impactos ambientais e socioeconômicos dos biocombustíveis e criar uma agenda de ação conjunta entre BIOEN e Be-Basic.
“Queremos estabelecer os pontos de convergência em relação aos impactos dos biocombustíveis, para, a partir dessa avaliação, conceber uma chamada conjunta para propostas de pesquisa. É muito importante para o Brasil aumentar o número dos projetos e das pessoas que trabalham com essa questão dos impactos”, disse.
Ethos fecha parceria com Federação de Transportes do Rio
O Instituto Ethos firmou parceria com a Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) com o objetivo de levar as empresas filiadas à entidade a incorporarem as práticas de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) e a contagiarem suas redes de relacionamento, clientes, fornecedores, parceiros públicos e privados, a fazerem o mesmo.
“Queremos levar o conceito RSE tão longe quanto a quilometragem percorrida pelos ônibus do Estado”, explica Lélis Teixeira, presidente da Fetranspor. “O transporte de passageiros de qualidade sempre foi indutor de desenvolvimento social, mas hoje nossa responsabilidade é maior. Precisamos induzir também que esse desenvolvimento seja sustentável. A parceria com o Instituto Ethos nos dá a expertise para tornar esse trabalho padronizado e perene e, por outro lado, a parceria com os ônibus deixa o Instituto mais perto do seu destino”, observa Teixeira.
A parceria da Fetranspor e Ethos foi assinada durante o 14º. Etransport, que aconteceu entre os dias 10 e 12 de novembro. Na programação do evento, foram realizadas palestras sobre Responsabilidade Social Corporativa e sua Relação com o Negócio, proferidas por Celina Carpi, conselheira do Instituto Ethos, e Thereza Lobo, diretora da ong “Rio Como Vamos”.
A Fetranspor já tem iniciativas bem sucedidas em responsabilidade sócio-ambiental. O Programa Ambiental da entidade, por exemplo, levou a frota de ônibus do Estado a se tornar a que menos emite gases poluentes no Brasil, além de compensarem suas emissões com o plantio de árvores em parceria com ongs e comunidades. O programa é o principal destaque em um banco de boas práticas do setor, criado recentemente com a participação de empresas e sindicatos filiados.
“Queremos levar o conceito RSE tão longe quanto a quilometragem percorrida pelos ônibus do Estado”, explica Lélis Teixeira, presidente da Fetranspor. “O transporte de passageiros de qualidade sempre foi indutor de desenvolvimento social, mas hoje nossa responsabilidade é maior. Precisamos induzir também que esse desenvolvimento seja sustentável. A parceria com o Instituto Ethos nos dá a expertise para tornar esse trabalho padronizado e perene e, por outro lado, a parceria com os ônibus deixa o Instituto mais perto do seu destino”, observa Teixeira.
A parceria da Fetranspor e Ethos foi assinada durante o 14º. Etransport, que aconteceu entre os dias 10 e 12 de novembro. Na programação do evento, foram realizadas palestras sobre Responsabilidade Social Corporativa e sua Relação com o Negócio, proferidas por Celina Carpi, conselheira do Instituto Ethos, e Thereza Lobo, diretora da ong “Rio Como Vamos”.
A Fetranspor já tem iniciativas bem sucedidas em responsabilidade sócio-ambiental. O Programa Ambiental da entidade, por exemplo, levou a frota de ônibus do Estado a se tornar a que menos emite gases poluentes no Brasil, além de compensarem suas emissões com o plantio de árvores em parceria com ongs e comunidades. O programa é o principal destaque em um banco de boas práticas do setor, criado recentemente com a participação de empresas e sindicatos filiados.
Prefeitos concordam em reduzir emissões
Por Fernanda B. Müller, da Carbono Brasil
Prefeitos de 135 cidades ao redor do mundo assinaram no domingo um pacto voluntário para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e outras medidas para lidar com as mudanças climáticas, um importante marco antes da conferência climática da ONU que inicia na próxima semana.O acordo foi fechado em um encontro direcionado à discussão de questões econômicas e sociais na Cidade do México e contou com a participação de cidades como Curitiba, Buenos Aires, Bogotá, Joanesburgo, Los Angeles e Paris.
As cidades terão que publicar anualmente um relatório com o progresso das suas ações para o Carbon Cities Climate Registry (CCCR) localizado em Bonn (Alemanha).
Cada cidade “terá que registrar seus dados climáticos (compromissos e desempenho) no memorando climático da cidade” durante os próximos oito meses, comentou o presidente da ONG mexicana Fundação Think Gabriel Sanchez segundo a AFP.
O prefeito da cidade mais poluída do mundo, a capital do México, Marcelo Ebrard anunciou na semana passada uma meta de redução das emissões de gases do efeito estufa de 14%.
Ele comentou durante o encontro que um dos componentes críticos para garantir o sucesso da iniciativa é a disponibilização de recursos financeiros.
“Os prefeitos acreditam que se os recursos financeiros estiverem disponíveis através de transferências dos países desenvolvidos para os em desenvolvimento, uma porção significativa deste dinheiro deve ser repassado para as cidades e governos locais para implementar programas climáticos”, enfatizou.
O acordo segue o modelo da iniciativa de governadores chamada R20, Regiões de Ação Climática, lançada na semana pelo governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. A missão desta iniciativa é desenvolver e executar projetos de baixo carbono e de energia verde através da cooperação de governos subnacionais ao redor do mundo.
Cidade Verde
Durante o encontro ir divulgado o Latin America Green City Index (Índice de Cidades Verdes da América Latina), no qual Curitiba ficou em primeiro lugar.
A capital paranaense ficou à frente de Buenos Aires, Santiago, Medellín, Bogotá, Quito, Guadalajara, Monterrey, Puebla, Cidade do México, Lima, Montevidéu, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.
O estudo na América Latina envolveu cidades de oito países e permitiu avaliação de itens como transporte, qualidade do ar, energia e emissões de gás carbônico, coleta de lixo, saneamento, água, gestão ambiental e uso do solo.
(Envolverde/Carbono Brasil)
Caderno de Sustentabilidade >>> Tn sustentavel
Leia neste caderno:
1- Felicidade como Medida de Progresso de uma Nação, por Maria Fernanda Romero
2- Brasken inaugura fábrica de Eteno Verde
3- Acordo para Etanol de Segunda Geração
4- Internacionalização Sustentavel de Pequenos Negócios
5- Premio de Ciencias de Trieste Ernesto Illy consagra Estudo Brasileiro
6- Gestão Sustentavel na Industria de Petróleo e Gás
7- Delta Energia cria Armazém Geral de Etanol
8- Segurança Comportamental é requisito para Excelencia Operacional
9- Cosan inaugura Usina de Açucar e Etanol em Caarapó
10- Vazamento de Petróleo na Era da Sustentabilidade
...entre outros artigos.
Clique sobre a ilustração.
AMERICAN CARBON REGISTRY APPROVES AGRICULTURE SECTOR METHODOLOGY FOR GHG EMISSIONS REDUCTIONS FROM CHANGES IN FERTILIZER MANAGEMENT
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em
11/23/2010 12:29:00 AM
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American Carbon Registry,
ghg,
n2o
ARLINGTON, VA, November 23, 2010 – The American Carbon Registry(ACR), a nonprofit enterprise of Winrock International (Winrock), announces approval of a pioneering greenhouse gas (GHG) offset methodology to quantify agriculture sector emissions reductions through changes in fertilizer management. The methodology was developed by Winrock under a grant from the David and Lucile Packard Foundation.
Nitrogen fertilizers represent one of the largest sources of GHG emissions from global agricultural production resulting in significant emissions of nitrous oxide (N2O), a GHG with approximately 300 times the global warming potential of carbon dioxide (CO2). In the U.S. alone, annual N2O emissions from agricultural soil management were approximately 216 million metric tons carbon dioxide-equivalent according to the 2008 U.S. National Greenhouse Gas Inventory.
Fertilizers have also been a key factor in the increased yields achieved by modern agriculture. Optimizing fertilizer management practices without reducing yields is therefore an effective way to reduce N2O emissions and to improve water quality in agricultural areas.
The new ACR fertilizer management methodology incorporates site specific data into a peer-reviewed, tested and highly parameterized model to calculate N2O emissions reductions that result from changes in how fertilizer is applied and used. The innovative approach takes into account multiple, simultaneous practice changes and produces the rigorous, science-based results necessary to create compliance-quality offsets.
“Given the need for offsets from fertilizer management to be fungible with offsets from landfill gas or any number of other sectors in which emissions can be directly measured with a high degree of accuracy, it is critical that methodologies for quantification of emissions from N2O result in high degree of certainty and confidence,” explains Dr. Timothy Pearson of Winrock, co-author of the methodology with William Salas of Applied Geosolutions LLC.
ACR’s objective in developing this methodology was to create an accounting framework that offers both credibility and integrity for reducing atmospheric emissions from agricultural applications. Direct field measurements of N2O emissions are prohibitively costly, and the use of default values cannot capture variation in emissions associated with weather conditions and site-specific factors.
As a cost-effective solution to achieve precise results, the ACR methodology uses the Denitrification-Decomposition (DNDC) model to quantify direct N2Oemissions as well as indirect emissions from leaching and ammonia volatilization. The approach is applicable not only to changes in fertilizer quantity (rate), but also fertilizer type, placement, timing, use of timed-release fertilizers, use of nitrification inhibitors and other practice changes.
“The approach recognizes that to avoid leakage, maintain food supplies, and promote broad adoption by farmers, fertilizer management activities must be designed to minimize the risk of decreasing yields,” comments Nicholas Martin, American Carbon Registry chief technical officer. “A methodology that enables willing farmers to reduce fertilizer rate, but allows for other practice changes as well, stands better chances of broad adoption.”
The fertilizer management methodology is the culmination of two years of rigorous scientific and applied research, including field trials on different crops in California, Iowa and Arkansas. The methodology was approved by ACR following extensive stakeholder consultation, a formal public comment period, and independent anonymous peer review by four of the United States’ leading experts in nitrogen management and agricultural GHG mitigation.
The ACR methodology builds on the trend toward aggregation in carbon markets, particularly in agriculture. Increasingly farmers interface with carbon markets not as individuals but through aggregators grouping tens or even hundreds of farms together. In this case, aggregation is important not only for transaction cost efficiencies, but also for improving modeling results and diversifying risk.
“SunOne is very pleased to see the release of this pioneering agriculture methodology by ACR,” remarked John Hodges, president of North America’s #1 ranked carbon aggregator SunOne Solutions. ”We have already seen a lot of interest from our farming clients in this new opportunity since until now, farmers could only participate in the carbon markets by adopting sustainable tillage practices. ACR’s fertilizer management methodology expands possibilities since it is applicable to many widely grown and specialty crops. It provides additional incentivizes for farmers to adopt more sustainable fertilizer management systems, which will further help the environment while providing added revenue sources to producers.”
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About the American Carbon Registry
The nonprofit American Carbon Registry (ACR), an enterprise of Winrock International, is a leading carbon offset program recognized for its strong standards for environmental integrity. Founded in 1996 as the GHG Registry by Environmental Defense Fund and Environmental Resources Trust, ACR has 15 years of experience in the development of rigorous, science-based carbon offset standards and methodologies as well as in carbon offset issuance, serialization and transparent online transaction and retirement reporting. As the first private voluntary GHG registry in the world, ACR has set the bar in the global voluntary carbon market for offset quality and operational transparency. www.americancarbonregistry.org
About Winrock International
Winrock International is a nonprofit organization that works with people in the United States and around the world to empower the disadvantaged, increase economic opportunity, and sustain natural resources. Winrock is headquartered in Little Rock, Arkansas. www.winrock.org.
Contact:
Mary Grady, American Carbon Registry
Tel: (805) 884-1961
Email: mgrady@winrock.org
Nitrogen fertilizers represent one of the largest sources of GHG emissions from global agricultural production resulting in significant emissions of nitrous oxide (N2O), a GHG with approximately 300 times the global warming potential of carbon dioxide (CO2). In the U.S. alone, annual N2O emissions from agricultural soil management were approximately 216 million metric tons carbon dioxide-equivalent according to the 2008 U.S. National Greenhouse Gas Inventory.
Fertilizers have also been a key factor in the increased yields achieved by modern agriculture. Optimizing fertilizer management practices without reducing yields is therefore an effective way to reduce N2O emissions and to improve water quality in agricultural areas.
The new ACR fertilizer management methodology incorporates site specific data into a peer-reviewed, tested and highly parameterized model to calculate N2O emissions reductions that result from changes in how fertilizer is applied and used. The innovative approach takes into account multiple, simultaneous practice changes and produces the rigorous, science-based results necessary to create compliance-quality offsets.
“Given the need for offsets from fertilizer management to be fungible with offsets from landfill gas or any number of other sectors in which emissions can be directly measured with a high degree of accuracy, it is critical that methodologies for quantification of emissions from N2O result in high degree of certainty and confidence,” explains Dr. Timothy Pearson of Winrock, co-author of the methodology with William Salas of Applied Geosolutions LLC.
ACR’s objective in developing this methodology was to create an accounting framework that offers both credibility and integrity for reducing atmospheric emissions from agricultural applications. Direct field measurements of N2O emissions are prohibitively costly, and the use of default values cannot capture variation in emissions associated with weather conditions and site-specific factors.
As a cost-effective solution to achieve precise results, the ACR methodology uses the Denitrification-Decomposition (DNDC) model to quantify direct N2Oemissions as well as indirect emissions from leaching and ammonia volatilization. The approach is applicable not only to changes in fertilizer quantity (rate), but also fertilizer type, placement, timing, use of timed-release fertilizers, use of nitrification inhibitors and other practice changes.
“The approach recognizes that to avoid leakage, maintain food supplies, and promote broad adoption by farmers, fertilizer management activities must be designed to minimize the risk of decreasing yields,” comments Nicholas Martin, American Carbon Registry chief technical officer. “A methodology that enables willing farmers to reduce fertilizer rate, but allows for other practice changes as well, stands better chances of broad adoption.”
The fertilizer management methodology is the culmination of two years of rigorous scientific and applied research, including field trials on different crops in California, Iowa and Arkansas. The methodology was approved by ACR following extensive stakeholder consultation, a formal public comment period, and independent anonymous peer review by four of the United States’ leading experts in nitrogen management and agricultural GHG mitigation.
The ACR methodology builds on the trend toward aggregation in carbon markets, particularly in agriculture. Increasingly farmers interface with carbon markets not as individuals but through aggregators grouping tens or even hundreds of farms together. In this case, aggregation is important not only for transaction cost efficiencies, but also for improving modeling results and diversifying risk.
“SunOne is very pleased to see the release of this pioneering agriculture methodology by ACR,” remarked John Hodges, president of North America’s #1 ranked carbon aggregator SunOne Solutions. ”We have already seen a lot of interest from our farming clients in this new opportunity since until now, farmers could only participate in the carbon markets by adopting sustainable tillage practices. ACR’s fertilizer management methodology expands possibilities since it is applicable to many widely grown and specialty crops. It provides additional incentivizes for farmers to adopt more sustainable fertilizer management systems, which will further help the environment while providing added revenue sources to producers.”
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About the American Carbon Registry
The nonprofit American Carbon Registry (ACR), an enterprise of Winrock International, is a leading carbon offset program recognized for its strong standards for environmental integrity. Founded in 1996 as the GHG Registry by Environmental Defense Fund and Environmental Resources Trust, ACR has 15 years of experience in the development of rigorous, science-based carbon offset standards and methodologies as well as in carbon offset issuance, serialization and transparent online transaction and retirement reporting. As the first private voluntary GHG registry in the world, ACR has set the bar in the global voluntary carbon market for offset quality and operational transparency. www.americancarbonregistry.org
About Winrock International
Winrock International is a nonprofit organization that works with people in the United States and around the world to empower the disadvantaged, increase economic opportunity, and sustain natural resources. Winrock is headquartered in Little Rock, Arkansas. www.winrock.org.
Contact:
Mary Grady, American Carbon Registry
Tel: (805) 884-1961
Email: mgrady@winrock.org
Sustentabilidade no Transporte Coletivo de Pessoas
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Unknown
em
11/22/2010 01:42:00 PM
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BRT,
desenvolvimento sustentavel urbano,
grandes centros urbanos,
metas de redução de gee,
reduçõa de emissões gee,
transporte urbano coletivo
por Laércio Bruno Filho
Em decorrência disso, setores como o de Transportes, por exemplo, ganharam expressiva relevância e são cada vez mais discutidos porque trazem consigo, inerentemente, uma pesada carga de externalidades, tanto negativas, quanto positivas.
Negativas: trata-se é um setor intensivo no consumo de energia. Para atender as demandas da população responde por 14% das emissões globais de gases efeito estufa além de inúmeros outros gases poluentes (fonte: WWF-2008).
Positivas: sem eles talvez nossa idade média ainda fosse 45 anos, como na primeira metade do século passado. Portanto sua contribuição para o progresso da humanidade é inquestionável.
PIB mundial
Nos últimos 60 anos o PIB mundial cresceu também, ao ritmo de 3,5 % ao ano. E quanto mais dinheiro, maior demanda por bens e serviços. Isto intensificou a produção, comercio e transporte de bens e pessoas resultando num contínuo e complexo fluxo logístico “entre” e “intra” as nações, diversificando e incrementando os modais de transporte. Entretanto a eficiência energética de alguns destes modais tornou-se uma preocupação nos últimos anos.
Dados do Setor
“Em 2004, o setor de transportes concentrava 26% de toda a energia utilizada no mundo, sendo que o consumo global do setor deve aumentar 2% ao ano.
Veículos automotivos respondem por 23% dos gases que provocam o efeito estufa e 70% da poluição das cidades. ”(fonte: ONU)
“No Brasil, por exemplo, o setor de transportes é responsável por 52% da energia fóssil consumida, sendo que este é o setor que apresenta a menor porcentagem de energia renovável (apenas 12% do seu total).
Comparando os diversos modos de transporte, o setor rodoviário absorve 92% da energia utilizada, sendo irrisória a participação dos setores ferroviário, hidroviário e aéreo.
Do consumo de energia pelo transporte rodoviário, 54% correspondiam ao diesel, 23% à gasolina e 23% ao álcool no ano de 1989. Em 2005 esta divisão havia mudado para 54%, 29% e 13%, respectivamente, e 4% relativo ao gás natural.
Entretanto, neste último ano o consumo de álcool tem se equiparado ao de gasolina puramente devido aos veículos flexfuel.(fonte: Estudo NTU).
Automóveis
Duramente criticado o setor de transporte de pessoas tem sido penalizado pelo uso inadequado do automóvel, e de sua baixa eficiência energética. Queima muito combustível e é subutilizado, quando comparado ao seu potencial de aproveitamento.
Estudos mostram que mais de ¾ da frota mundial de automóveis transportam apenas um ou no máximo dois indivíduos por viagem, representando um enorme desperdício de capacidade.
“Em 2050 serão 7,6 bilhões de veículos nas estradas e ruas. Estima-se que neste ritmo o setor de transportes, em nível global, venha a consumir 440 milhões de barris de petróleo/dia. Hoje a produção mundial é de 82 milhões barris/dia e conceituados estudos apontam que este número pode diminuir.
Também crescerão as emissões de CO2 globais, hoje de 28 bilhões de toneladas/ano passarão á pesados 62 bilhões de toneladas, tornando o atual modelo mais insustentável ainda”, ressalta o professor John Sterman.
O petróleo está para atingir o seu pico de produção entre 2010 e 2020 (pico de Hubert) devendo então decair, tornando-se muito mais escasso e caro, sendo dedicado a outros fins que não o de combustão em automóveis.
Já é anunciado um possível grande gargalo quando se menciona a energia proveniente do petróleo. O segmento de transportes será fortemente impactado, caso não reveja sua forte dependência do combustível fóssil.
No caso do município São Paulo, a frota de ônibus é de apenas 14.824 veículos (dados SP Trans) e transporta 246 milhões de passageiros/mês. A frota total de veículos é de 6,5 milhões, sendo que os automóveis são mais de 4,8 milhões.
A velocidade média é de 25 km/h pela manhã e á tarde 15 km/hora. Para se percorrer a marginal do Tietê, que possui 25 km, são necessários extensos 90 minutos.
Deslocar-se de automóvel nas vias da cidade tornou-se um árduo sacrifício.
A lentidão dos congestionamentos leva o veículo a consumir mais combustível, óleo de motor, freio, pneus, resultando em custos adicionais para o seu dono.
Além disso, nas grandes cidades boa parte da população perde entre 2 e 3 horas/dia em deslocamentos entre casa-trabalho-casa. Um período de tempo improdutivo e oneroso.
Acessibilidade
A adoção de modelos inovadores de transporte coletivo de pessoas nos grandes centros urbanos tornou-se imperativo.E isto nos leva a reavaliar o que e como desejamos.
Buscamos, sobretudo, facilitar ao máximo o modo como acessamos aquilo que desejamos.
E neste esforço de busca pelo objeto desejado, o nosso anseio original se materializa na busca pela melhor acessibilidade possível.
Resta-nos então a tarefa de otimizar ao máximo o período de deslocamento de um ponto ao outro.
Eis a questão!Como podemos acessar o que desejamos com o menor esforço e custo econômico e socioambiental?
Sistema BRT
Conhecido por BRT – Bus Rapid Transit – o sistema de Ônibus de Transito Rápido tem ocupado com freqüência cada vez maior um espaço diferenciado na mídia, sendo citado como o modelo de transporte coletivo mais eficaz para cidades com população á partir de 500 mil habitantes.
Criado em Curitiba sob a gestão de Jaime Lerner em 1974, o sistema veio se aprimorando e tem sido replicado como modelo de referencia em transporte por diversas cidades do mundo, como Los Angeles, Nova Iorque, Cleveland, Bogotá, Quito, São Paulo e em muito breve Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
O sistema funciona em corredores segregados, com paradas pré-determinadas ou até mesmo sem paradas intermediárias operando como um ônibus expresso.
Livre dos automóveis permite velocidade média de 20 a 25 kms/hora, porém sem os congestionamentos, a experiência de deslocar-se de um ponto ao outro, torna-se mais eficaz para o usuário.
Além disso, o BRT apresenta elevada eficiência energética, quando comparado ao transporte por automóvel ou moto. Transporta mais passageiros utilizando menos combustível (energia).
Outra grande vantagem, os equipamentos mais modernos podem usar combustíveis renováveis como etanol, energia elétrica – o trólebus, biodiesel (b5, b20 ou o b100 em fase de testes) ou de forma simultânea conjugando eletricidade e etanol nos modelos híbridos. Existe ainda o ônibus movido á hidrogênio.
Todos com baixíssima emissão de gases efeito estufa e de outros poluentes.
Eficácia do Sistema
Quando comparados aos modais VLT – Veículo Leve sobre Trilho e Metrô, demonstram melhores resultados, seja quanto à resposta ao investimento realizado,quanto ao tempo de deslocamento para o usuário ou ainda à eficiência energética proporcionada.
Veja o estudo preparado por Jaime Lerner Arquitetos Associados. O cenário das projeções é a cidade de Curitiba.
O quadro abaixo apresenta o tempo necessário para se percorrer uma distancia de 10 km, pelos modais METRÔ, BRT, VLT e o sistema de ônibus convencional.
No quadro a seguir são apresentados os custos e prazos de implantação por km entre os diferentes modais.
Á seguir, uma analise comparativa referente à eficiência energética entre os 3 modais: ônibus, moto e automóvel.
“... Observa-se que:
- Motocicletas poluem 32 vezes mais e consomem 5 vezes mais energia por pessoa transportada do que os ônibus.
- “Automóveis poluem 17 vezes mais e consomem 13 vezes mais energia por pessoa transportada do que os ônibus”, relata ainda o estudo.
Sustentabilidade como premissa
Com os eventos Copa de 2014 e Olimpíadas, o governo tem dirigido muita atenção à questão da mobilidade urbana e do transporte de pessoas destinando através da CEF e BNDES, recursos na ordem de 6,5 bilhões de reais, com baixo custo, para a construção de sistemas BRT nas principais capitais. Também o BID e o Banco Mundial oferecem linhas de crédito com custos similares.
As grande capitais já estão se capacitando para acessar estes recursos. É o caso do Rio de Janeiro e Belo Horizonte, Manaus, Recife.
Modelos de negócio que contemplem o desenvolvimento sustentável das áreas a serem impactadas estão, sem duvida alguma, como uma das principais exigências nas licitações em curso.
Entretanto,sem um amplo e bem estruturado programa de gestão que dê corpo às políticas de sustentabilidade exigidas nos editais, será inviável a captação destes recursos por parte das prefeituras, empresas ou consórcios interessados.
Pescados amazônicos certificados chegam ao Walmart
16.11.2010
A primeira linha de peixes certificados com o selo "Friend of the Sea", principal certificação internacional para pesca sustentável, chegou em novembro às lojas do Walmart em todo o Brasil.
Fruto de uma parceria com a Noronha Pescados, a linha Sabores da Amazônia inclui sete espécies da região: pirarucu, tucunaré, piramutaba, pescada amarela, pescada branca, surubim e aruanã. A captação dos peixes é feita por um sistema de rastreamento que contempla desde localização até o período de reprodução e desova.
O lançamento da Sabores da Amazônia é um dos primeiros passos do Walmart Brasil para cumprir a política e o compromisso anunciados em agosto para garantir a oferta de produtos oriundos da pesca sustentável.
“O Walmart está empenhado em construir uma cadeia de pescado mais sustentável, buscando iniciativas que mobilizem o setor, governo e sociedade.”, afirma Daniela de Fiori, vice-presidente de Sustentabilidade da empresa.
A expectativa da rede é que a venda da linha represente cerca de 5% de todo o volume comercializado na categoria de pescados.
Política da Cadeia de Pescados
Em agosto deste ano, o Walmart Brasil anunciou compromissos para o desenvolvimento sustentável da pesca e aqüicultura no Brasil e a ampliação da oferta nas lojas da rede de pescados artesanais e da Amazônia. Além disso, um programa de rastreabilidade para produtos perecíveis foi lançado pela empresa.
Entre os compromissos para o setor de pescados estão:
- identificação da origem e localidade de produção de 100% dos fornecedores de pescados da rede (até 2013)
- ampliação da oferta e estímulo ao consumo de pescados da região Amazônica
- desenvolvimento de um programa de valorização da pesca artesanal, que garanta o acesso direto destes produtores ao grande varejo (até 2013)
- e implementação de um sistema de rastreabilidade para 100% da cadeia de pescados produzidos ou explorados no território brasileiro (até 2016), entre outros.
As novas regras são resultado de discussões com os diversos públicos que formam a cadeia do pescado, como autoridades, especialistas, fornecedores e ONGs.
A primeira linha de peixes certificados com o selo "Friend of the Sea", principal certificação internacional para pesca sustentável, chegou em novembro às lojas do Walmart em todo o Brasil.
Fruto de uma parceria com a Noronha Pescados, a linha Sabores da Amazônia inclui sete espécies da região: pirarucu, tucunaré, piramutaba, pescada amarela, pescada branca, surubim e aruanã. A captação dos peixes é feita por um sistema de rastreamento que contempla desde localização até o período de reprodução e desova.
O lançamento da Sabores da Amazônia é um dos primeiros passos do Walmart Brasil para cumprir a política e o compromisso anunciados em agosto para garantir a oferta de produtos oriundos da pesca sustentável.
“O Walmart está empenhado em construir uma cadeia de pescado mais sustentável, buscando iniciativas que mobilizem o setor, governo e sociedade.”, afirma Daniela de Fiori, vice-presidente de Sustentabilidade da empresa.
A expectativa da rede é que a venda da linha represente cerca de 5% de todo o volume comercializado na categoria de pescados.
Política da Cadeia de Pescados
Em agosto deste ano, o Walmart Brasil anunciou compromissos para o desenvolvimento sustentável da pesca e aqüicultura no Brasil e a ampliação da oferta nas lojas da rede de pescados artesanais e da Amazônia. Além disso, um programa de rastreabilidade para produtos perecíveis foi lançado pela empresa.
Entre os compromissos para o setor de pescados estão:
- identificação da origem e localidade de produção de 100% dos fornecedores de pescados da rede (até 2013)
- ampliação da oferta e estímulo ao consumo de pescados da região Amazônica
- desenvolvimento de um programa de valorização da pesca artesanal, que garanta o acesso direto destes produtores ao grande varejo (até 2013)
- e implementação de um sistema de rastreabilidade para 100% da cadeia de pescados produzidos ou explorados no território brasileiro (até 2016), entre outros.
As novas regras são resultado de discussões com os diversos públicos que formam a cadeia do pescado, como autoridades, especialistas, fornecedores e ONGs.
CO2 ainda em alta
22/11/2010 Agência FAPESP – Mesmo com o mundo em meio a uma importante crise econômica e financeira, as emissões de dióxido de carbono (CO2), principal personagem do aquecimento global, não caíram como se esperava.
A conclusão está em um estudo feito por um grupo de pesquisadores do Reino Unido, Estados Unidos, Austrália e França e publicado neste domingo (21/11) como carta ao editor na revista Nature Geoscience.
O texto é uma atualização anual do Global Carbon Project e destaca que as emissões de CO2 não dão sinais de que estejam caindo globalmente e poderão atingir um nível recorde em 2010.
Os autores concluíram que as emissões de dióxido de carbono em 2009 foram apenas 1,3% menores do que as do ano anterior, mesmo com a crise. A queda é menos da metade do que se estimava há um ano.
A crise financeira afetou diversos países, levando a reduções na emissão de CO2. No Reino Unido, por exemplo, a queda foi de 8,6% em 2009 com relação ao ano anterior. Quedas semelhantes ocorreram na maioria dos países industrializados.
Entretanto, diversas economias emergentes tiveram crescimento elevado, mesmo com a crise. Isso se refletiu no aumento das emissões do gás. Na China, houve uma elevação de 8%, e na Índia de 6,2%.
“A queda nas emissões de CO2 em 2009 foi de menos da metade do que o antecipado há um ano. Isso ocorreu porque a queda no produto interno bruto (PIB) mundial foi menor que o previsto e a intensidade de carbono com relação ao PIB mundial – a quantidade de CO2 liberada por unidade de PIB – melhorou apenas 0,7% em 2009, muito menos do que a média de longo prazo de 1,7% ao ano”, disse Pierre Friedlingstein, da Universidade de Exeter, principal autor do estudo.
A pesquisa aponta que, se o crescimento econômico continuar como previsto, as emissões globais de combustíveis fósseis aumentarão em mais de 3% em 2010, aproximando-se das elevadas taxas observadas entre 2000 e 2008.
O texto Update on CO2 emissions, de Pierre Friedlingstein e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com/naturegeoscience.
A conclusão está em um estudo feito por um grupo de pesquisadores do Reino Unido, Estados Unidos, Austrália e França e publicado neste domingo (21/11) como carta ao editor na revista Nature Geoscience.
O texto é uma atualização anual do Global Carbon Project e destaca que as emissões de CO2 não dão sinais de que estejam caindo globalmente e poderão atingir um nível recorde em 2010.
Os autores concluíram que as emissões de dióxido de carbono em 2009 foram apenas 1,3% menores do que as do ano anterior, mesmo com a crise. A queda é menos da metade do que se estimava há um ano.
A crise financeira afetou diversos países, levando a reduções na emissão de CO2. No Reino Unido, por exemplo, a queda foi de 8,6% em 2009 com relação ao ano anterior. Quedas semelhantes ocorreram na maioria dos países industrializados.
Entretanto, diversas economias emergentes tiveram crescimento elevado, mesmo com a crise. Isso se refletiu no aumento das emissões do gás. Na China, houve uma elevação de 8%, e na Índia de 6,2%.
“A queda nas emissões de CO2 em 2009 foi de menos da metade do que o antecipado há um ano. Isso ocorreu porque a queda no produto interno bruto (PIB) mundial foi menor que o previsto e a intensidade de carbono com relação ao PIB mundial – a quantidade de CO2 liberada por unidade de PIB – melhorou apenas 0,7% em 2009, muito menos do que a média de longo prazo de 1,7% ao ano”, disse Pierre Friedlingstein, da Universidade de Exeter, principal autor do estudo.
A pesquisa aponta que, se o crescimento econômico continuar como previsto, as emissões globais de combustíveis fósseis aumentarão em mais de 3% em 2010, aproximando-se das elevadas taxas observadas entre 2000 e 2008.
O texto Update on CO2 emissions, de Pierre Friedlingstein e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com/naturegeoscience.
Bioenergia: vagas em curso da Esalq
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Postado por
Unknown
em
11/21/2010 04:13:00 PM
Marcadores:
bioenergia,
Esalq,
LCF
Da Agência Ambiente Energia - A Esalq/Usp está com inscrições abertas para a “Prática profissionalizante bioenergia e bioprodutos de base florestal”, que acontecerá de 21 de fevereiro de 2011 a 15 de janeiro de 2012. O prazo de inscrição vai de 13 de dezembro de 2010 a 31 de janeiro de 2011. São oferecidas cinco vagas. O curso tem como público alvo profissional de nível superior, com formação nas áreas de Engenharia Florestal, Engenharia Agronômica, Engenharia Química, Química, Ciências Biológicas, Gestão Ambiental e áreas correlatas.
A iniciativa é do Grupo de Bioenergia e Bioprodutos de Base Florestal do Departamento de Ciências Florestais (LCF) da Esalq. A seleção envolverá análise do currículo, da justificativa – eliminatórias – e entrevista pessoal.
As inscrições podem ser feitas no Laboratórios Integrados de Química, Celulose e Energia – Grupo de Bioenergia e Bioprodutos de Base Florestal do Departamento de Ciências Florestais (LCF) (ESALQ – Av. Pádua Dias, nº. 11, Piracicaba/SP). Os documentos que deverão ser apresentados no ato da inscrição são: currículo; histórico escolar; cópia do diploma de graduação ou comprovantes; cópias do RG e do CPF; justificativa substanciada do interesse pela participação na prática profissionalizante.
A iniciativa é do Grupo de Bioenergia e Bioprodutos de Base Florestal do Departamento de Ciências Florestais (LCF) da Esalq. A seleção envolverá análise do currículo, da justificativa – eliminatórias – e entrevista pessoal.
As inscrições podem ser feitas no Laboratórios Integrados de Química, Celulose e Energia – Grupo de Bioenergia e Bioprodutos de Base Florestal do Departamento de Ciências Florestais (LCF) (ESALQ – Av. Pádua Dias, nº. 11, Piracicaba/SP). Os documentos que deverão ser apresentados no ato da inscrição são: currículo; histórico escolar; cópia do diploma de graduação ou comprovantes; cópias do RG e do CPF; justificativa substanciada do interesse pela participação na prática profissionalizante.
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