Publicado em abril 13, 2011 por HC
O Complexo Portuário e de Serviços Porto Sul, de Ilhéus (BA), apontado como a maior obra de infraestrutura do governo Jaques Wagner na Bahia, teve seu ponto de instalação alterado por decreto publicado no Diário Oficial de hoje. A alteração ocorre após muita pressão de Organizações Não-Governamentais (ONGs) ligadas à proteção ambiental e de um pedido do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), feito em fevereiro, para que fossem apresentadas alternativas de localização para o complexo. Reportagem de Tiago Décimo, da Agência Estado.
A estrutura, orçada em R$ 14,1 bilhões, vai reunir um terminal ferroviário – o fim da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), em construção – o porto, o retroporto, rodovia e um aeroporto internacional. A expectativa é de que o complexo seja capaz de escoar toda a produção de minérios e de grãos do Estado.
De acordo com o projeto original, o complexo seria instalado na região conhecida como Ponta do Tulha, dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) da Lagoa Encantada, a cerca de 30 quilômetros do centro de Ilhéus. Segundo estudos produzidos pelas ONGs, cerca de 2,4 mil hectares de Mata Atlântica e mangues seriam devastados para a instalação. Além disso, o porto, que será feito em formato offshore, a três quilômetros da costa, ficaria sobre uma barreira de corais.
A mudança de local foi pequena – cerca de cinco quilômetros de distância do ponto original, no sentido de Ilhéus -, mas suficiente, segundo o governo, para que a ameaça de destruir barreiras de corais fosse afastada e que a destruição da fauna e da flora fosse minimizada.
Segundo o decreto, uma área de 4,83 mil hectares, na localidade de Aritaguá, foi declarada de utilidade pública para fins de desapropriação. “Com o aprofundamento dos estudos de impacto ambiental, foi possível ter elementos mais apurados para uma reavaliação da área”, justifica a secretária da Casa Civil da Bahia, Eva Chiavon.
EcoDebate, 13/04/2011
Nota do EcoDebate: Saibam mais, sobre o Complexo Portuário e de Serviços Porto Sul, de Ilhéus (BA), lendo os artigos:
Porto Sul, degradação ambiental e mistificação, artigo de Fabricio Ramos
Secretário de Portos da Bahia reduziu o Porto Sul a uma guerra de torcidas, artigo de Rui Barbosa da Rocha
Complexo Porto-Sul de minérios, Ilhéus, BA: O futuro, vítima da eleição, artigo de Marcos Sá Corrêa
Porto Sul afeta jovem democracia baiana, artigo de Suzana Padua
Carta da Terra
"Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações." (da CARTA DA TERRA)
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Inpe registra mais de mil focos de incêndio no Brasil nas últimas 24 horas
Da Agência Brasil
Brasília - Da meia-noite de ontem até o fim da manhã de hoje (27) foram registrados 1.391 focos de incêndios. Mato Grosso foi o estado com maior incidência de queimadas, com 729 focos, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Só neste mês de agosto, já são 22.730 pontos de queimadas registrados no país.Programa de Incentivo às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) da Mata Atlântica abre inscrições para IX Edital de Projetos
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Unknown
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8/26/2010 01:59:00 PM
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SOS Mata Atlantica
FUNBIO
Programa destina R$ 350 mil para criação e gestão de RPPNs em todo o Bioma. Estudo revela a importância das RPPNs para a conservação da biodiversidade da Mata Atlântica.
O Programa de Incentivo às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) da Mata Atlântica, coordenado pelas ONGs Conservação Internacional, Fundação SOS Mata Atlântica e The Nature Conservancy (TNC), está com inscrições abertas para seu IX Edital de Projetos até o dia 31 de agosto (data da postagem no correio). Um total de R$ 350 mil será destinado ao apoio de criação de RPPNs e à elaboração de planos de manejo. Proprietários de terra de toda a Mata Atlântica e ONGs podem participar da seleção. A iniciativa visa contribuir para o aumento da
Programa destina R$ 350 mil para criação e gestão de RPPNs em todo o Bioma. Estudo revela a importância das RPPNs para a conservação da biodiversidade da Mata Atlântica.
O Programa de Incentivo às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) da Mata Atlântica, coordenado pelas ONGs Conservação Internacional, Fundação SOS Mata Atlântica e The Nature Conservancy (TNC), está com inscrições abertas para seu IX Edital de Projetos até o dia 31 de agosto (data da postagem no correio). Um total de R$ 350 mil será destinado ao apoio de criação de RPPNs e à elaboração de planos de manejo. Proprietários de terra de toda a Mata Atlântica e ONGs podem participar da seleção. A iniciativa visa contribuir para o aumento da
Alstom e Desenvix vão construir complexo eólico na Bahia >>> Valor online
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Unknown
em
7/09/2010 05:47:00 PM
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eólicas
SÃO PAULO - A Alstom assinou contrato com a Desenvix, subsidiária do grupo Engevix, para a construção de um complexo para geração de energia eólica na Bahia estimado em 100 milhões de euros. O complexo de Brotas será formado por três parques eólicos - Macaúbas, Novo Horizonte e Seabra -, que devem gerar 90 megawatts (MW), informou hoje o grupo industrial francês.
Segundo o contrato, a Alstom vai fornecer 57 turbinas, feitas com componentes que serão fabricados na Espanha e no Brasil.
Este é o primeiro projeto conjunto da Alstom e Engevix no mercado de energia eólica brasileiro, disse o vice-presidente da Alstom Wind, Alfonso Faubel. "Isso fortalece o relacionamento entre as duas empresas no setor de energia renovável e confirma a posição da Alstom no país do mercado de energia eólica", sustentou.
As negociações entre a companhia e o governo baiano tiveram início em dezembro do ano passado, quando foi assinado um memorando de entendimento para instalar a primeira fábrica de linha de produção no Brasil, localizada em Camaçari, que estará completamente operacional em meados de 2011.
As informações estão disponíveis na página eletrônica da Alstom.
(Ana Luísa Westphalen Valor)
Segundo o contrato, a Alstom vai fornecer 57 turbinas, feitas com componentes que serão fabricados na Espanha e no Brasil.
Este é o primeiro projeto conjunto da Alstom e Engevix no mercado de energia eólica brasileiro, disse o vice-presidente da Alstom Wind, Alfonso Faubel. "Isso fortalece o relacionamento entre as duas empresas no setor de energia renovável e confirma a posição da Alstom no país do mercado de energia eólica", sustentou.
As negociações entre a companhia e o governo baiano tiveram início em dezembro do ano passado, quando foi assinado um memorando de entendimento para instalar a primeira fábrica de linha de produção no Brasil, localizada em Camaçari, que estará completamente operacional em meados de 2011.
As informações estão disponíveis na página eletrônica da Alstom.
(Ana Luísa Westphalen Valor)
Cosntrução do Primeiro Parque Eólico da Bahia /// A Tarde
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Unknown
em
3/24/2010 03:17:00 AM
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do A Tarde
O município de Brotas de Macaúbas, na Chapada Diamantina, vai sediar o primeiro parque de geração de energia eólica da Bahia. Com previsão para início das obras em maio deste ano, o empreendimento do grupo Desenvix prevê a instalação de três usinas com capacidade total de geração de 90 megawatts – energia suficiente para abastecer uma cidade do porte de Feira de Santana. A previsão é que o parque esteja em operação até outubro de 2011.
Orçado em R$ 400 milhões, o parque eólico deverá gerar aproximadamente 300 empregos no período de construção e cerca de 50 postos de trabalho durante a operação. De acordo o vice-presidente da Desenvix, José Antunes Sobrinho, o investimento deve dar retorno após o sétimo ano de operação e deverá ter uma vida útil de 30 anos.
Com a implantação do empreendimento, o Estado dá o primeiro passo para o aproveitamento do potencial eólico do seu território – terceiro maior do País – e no incremento da geração de energia de matriz limpa. Para os próximos anos, a previsão é que sejam implantados outros 17 projetos em energia eólica, chegando a uma capacidade de geração de 390 megawatts. Este volume representa cerca de 10% da atual capacidade instalada do sistema baiano.
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