Carta da Terra

"Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações." (da CARTA DA TERRA)
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Sai nova carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial

 

29 de novembro de 2012 • 12h51 • atualizado às 13h08  
Antonio Gaspar
Direto de São Paulo
Pesquisa indica a crescente incorporação por parte das empresas que compõem o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa do desempenho socioambiental na remuneração de conselheiros, gerentes, diretores, entre outros.

Das 37 companhias que vão integrar o ISE no período de 7 de janeiro de 2013 a 7 de janeiro de 2014 e adotam remuneração variável, 43% já levam em conta não só o desempenho econômico, mas também o socioambiental no pagamento de conselheiros e diretores. Esse porcentual sobe para 53% no caso da remuneração de gerentes.

A diretora de Sustentabilidade da BM&FBovespa e presidente do Conselho Deliberativo do ISE, Sônia Favaretto, comemora o resultado da pesquisa e salienta a importância e a qualidade das companhias pesquisadas. "Significa que elas já incorporaram a sustentabilidade nas suas estratégias", explica.

Ao anunciar a carteira do ISE de 2013, Sônia salienta o ingresso do setor de máquinas e equipamentos/motores, compressores. A carteira é composta por 37 empresas e 51 ações. São 16 setores que somam R$ 1,07 trilhão em valor de mercado, o equivalente a 44,81% do total de valor das companhias com ações negociadas na BM&FBovespa.

As ações da carteira do ISE apresentam um desempenho positivo de 13,3%, um resultado superior ao registrado pelas companhias que integram o Ibovespa (-0,38).

As empresas que integram a carteira são: AES Tietê, Banco do Brasil, BicBanco, Bradesco, Braskem, BRF, Cemig, Cesp, Copasa, Copel, CPFL, Coelce, CCR, Duratex, Eletropaulo, EDP, Even, Eletrobras, Ecorodovias, Fibria, Gerdau, Gerdau MT, Itaú Unibanco, Itaúsa, Light, Natura, OI, Sabesp, Santander, Suzano, SulAmerica, Telefônica, TIM, Tractbel, Ultrapar, Vale, Weg.

Entre as participantes, subiu de 8 para 14 o número das que autorizam a publicação de suas respostas. São elas: AES Eletropaulo, AES Tietê, Banco do Brasil, BICBanco, CCR, Cemig, Coelce EDP, Eletrobras, Light, Natura, SulAmérica, Vale e WEG.

De acordo com a Bolsa, todas as companhias têm compromisso com o desenvolvimento sustentável, 97% mantêm programas de sensibilização e educação sobre o tema, 100% publicam relatório de sustentabilidade, 92% usam diretrizes do GRI.

Para saber mais sobre o ISE: www.isebvmf.com.br

Índice de sustentabilidade supera ganhos do Ibovespa em 12 meses

SÃO PAULO - O ISE acumulou uma alta de 22,26% e de 127,19% desde sua criação...

DCI
SÃO PAULO – O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) acumulou uma alta de 22,26% nos últimos 12 meses e superou o rendimento do Ibovespa, que somou nesse mesmo período um crescimento de 13,09%.

O índice, criado em 2005 para medir a sustentabilidade corporativa das empresas listadas na BM&FBovespa, cresceu 1,22% no último mês e 12,53% desde o início do ano, enquanto o Ibovespa cresceu 3,71% e 4,27%, respectivamente. Desde sua criação, o ISE já acumulou uma alta de 127,19%, frente a um crescimento de 85,41% do Ibovespa.

Os setores que mais contribuíram para a alta do índice foram os setores químico e de madeira e papel, com lucratividade média de 15,46% e de 14,67% ao mês, respectivamente. Já o setor com pior desempenho dentro do ISE foi o de energia elétrica, com queda de 10,62% na lucratividade média mensal.

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