Por Fábio de Castro
Agência FAPESP – Instituições de pesquisa de diversos países latino-americanos possuem bases de dados sobre biodiversidade, fundamentais para o avanço do conhecimento e para a orientação de políticas públicas de conservação.Mas esses sistemas de informação, em geral, ainda não dialogam entre si – o que seria importante, tendo em vista que a biodiversidade não se atém às fronteiras nacionais. A comunidade científica do continente, no entanto, acaba de dar um primeiro passo para que suas bases de dados possam operar de forma integrada no futuro.