Apesar do uso de fertilizantes nitrogenados no plantio de cana, o biocombustível ainda é uma energia limpa
Uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP confrontou a produção do etanol com a produção de gasolina, para saber se a primeira é, de fato, menos prejudicial para o planeta do que a segunda. A partir da análise do solo onde é feito o plantio de cana na cidade de Piracicaba, a pesquisadora Diana Signor constatou que para cada 90 quilos de nitrogênio por hectare de plantação, apenas 3,5 gramas do nitrogênio são perdidos como óxido nitroso. “Isso equivale a apenas 0,39% de perda, o que mostra que estamos emitindo menos óxido nitroso na produção de cana do que seria esperado pelas contas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas [IPCC]”, aponta.
Carta da Terra
"Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações." (da CARTA DA TERRA)
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