Carta da Terra

"Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações." (da CARTA DA TERRA)
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80% da população é refém da má gestão da água

Reportagens CarbonoBrasil

30/09/2010 - Autor: Fernanda B. Muller - Fonte: CarbonoBrasil/Nature

Visando a proteção dos recursos hídricos ao redor do mundo, um grupo de pesquisadores fez um diagnóstico, em escalas locais e global, considerando em conjunto as perspectivas humanas e biodiversas sobre a segurança da oferta de água

Utilizando um enquadramento espacial que quantifica múltiplos elementos de estresse, como poluição e densidade de barragens, e contabiliza os impactos a jusante (rio abaixo), pesquisadores de várias universidades concluíram que aproximadamente 80% da população mundial está exposta a altos níveis de insegurança no uso da água.

Encontrados metais pesados na Billings e Guarapiranga

Estadao.com.br
Pesquisa realizada pela USP (Universidade de São Paulo) apontou presença de metais pesados, como chumbo, cobre, níquel e zinco, no fundo das Represas Billings e do Guarapiranga, o que pode comprometer a qualidade da água. Mas a responsável pelo tratamento, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado), afirmou que não há risco para a população.

A contaminação dos reservatórios paulistas, que abastecem cerca de 4,5 milhões de pessoas na capital e na Grande São Paulo, é atribuída ao esgoto despejado irregularmente por casas e indústrias. Em alguns trechos, os pesquisadores detectaram cobre até 30 vezes acima do nível de segurança recomendado por agências de saúde.

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